28/07/2010
Minhas férias andam mais ou menos movimentadas, aprendi fazer várias coisinhas legais (só tô editando as fotos para postar aqui), como personalizar uma T-shirt, fazer um headband simples, entre outros. Customizar as roupas e criar acessórios é bem divertido e útil! Se alguém tiver alguma dica de customização deixe um recado para mim. É bom aprender cada vez mais!
Beijãooo e até uma próxima!
P.S. Estou mudando algumas coisas no blog e apagando algumas postagens... Vou deixá-la de uma jeito melhor :D
Marcadores: customização, eu fiz
06/05/2010
Ingredientes :
Massa
3 ovos em clara em neve
1 x. de açúcar
1/2 copo de leite
3 x. trigo
1 colher de fermento
Cobertura
400 g. goiabada
100 g. coco
1 lata de leite condesado
Como fazer:
Bata o bolo normal, espalhe na assadeira ( no caso da foto a minha mãe usou forminhas de silicone) e coloque a goiabada em tiras, o leite condesado e o coco por cima dessa massa. Coloque para assar.
Quanto tempo! Saudades daqui ... bom, acima está a receita que a minha mãe sempre faz e que decidi compartilhar com vocês. Ultimamente andei meio ocupada com o blog da minha classe e abandonei aqui, mas postarei coisas novas logo logo ;9
Beijos Beijos
tayurimatsumi
Marcadores: Receitas
09/04/2010
Conseguia ver em câmera lenta. Os passes. Os dribles. Aquela seria a última jogada antes da partida terminar...
Era o início de verão.
O ônibus abrira a porta, as bagagens já estavam guardadas no compartimento. Entrei. O meu assento era ao lado da janela. Estava quase lotado e ninguém ainda sentara ao meu lado.
Cinco minutos para partir. Quatro minutos. Ninguém ainda ocupara o lugar. Encostei a cabeça no vidro e vi a minha mãe acenar levemente a mão. O motorista se preparava para sair.
No último instante alguém entrou e observou todos os assentos a procura do seu. E para minha surpresa era ao meu lado.
Daniel, meu ex-melhor amigo, estava agora ali, com o sorriso estampado no rosto. Tive uma sensação vaga, sem graça e para o seu próprio desapontamento ele notara. Ficamos em um longo silêncio durante a viagem, quando ele finalmente sussurrou:
- Sei que errei... Mas sei que você pode me perdoar.
Eu sabia que poderia perdoar, mas ainda sentia ter perdido ele e pior ainda a nossa amizade. Continuei em silêncio.
- Entendo. – e virou-se para o corredor colocando os fones no ouvido.
Uma sensação estranha percorria o meu corpo, queria odiar ele com todas as minhas forças, no entanto, não conseguia. Do que adiantava culpar ele por ter me abandonado quando mais precisava? Por não ter me consolado quando me senti isolada do mundo? Por fingir não me conhecer e me ignorar depois disso sem justificativa alguma? Aquilo era tudo sobre mim, a egoísta, que esperava mais do amigo e não retribuía o mesmo afeto. No final das contas eu era a culpada, porém não queria admitir.
Fechei os olhos por um momento e adormeci. O clarão. A batida. A tontura. O acidente. O corpo de Daniel estava estendido ao meu lado, seus olhos ainda estavam abertos e o sangue escorria de sua boca que murmurava palavras compatíveis ao que estava sentindo: “Eu te amo”.
Sobressalto. Sabia o que significava. Olhei para ele e percebi que continuava co
m os fones olhando o corredor. Chegamos ao destino final.
As pessoas aos poucos se amontoaram no corredor. Esperei diminuir os passageiros no ônibus. Enquanto, pegava a mochila no compartimento em cima dos bancos, ele já havia saído. O celular tocou.
“Não quero me afastar de você e nunca quis. Se fiz isso é porque gosto de você. Mais do que possa imaginar... Muito mais. Sei que não te ajudei, mas dói ver você sofrer. Dói mais por saber que te decepcionei. Eu não sabia o que fazer, não sabia o que dizer. Queria ter sido forte e corajoso o suficiente. Eu te amo.”
Uma lágrima escorreu em meu rosto.
Saí do ônibus e o vi de longe atravessar a rua. Uma batida. O meu grito. Seu corpo caído...
Ele chuta com o máximo de força. O apito soa. Eram campeões. Todos agora o saudavam. Daniel me vê e corre em minha direção. Beijamos-nos. O que é puro não pode acabar de forma ruim.
Era o início de verão.
O ônibus abrira a porta, as bagagens já estavam guardadas no compartimento. Entrei. O meu assento era ao lado da janela. Estava quase lotado e ninguém ainda sentara ao meu lado.
Cinco minutos para partir. Quatro minutos. Ninguém ainda ocupara o lugar. Encostei a cabeça no vidro e vi a minha mãe acenar levemente a mão. O motorista se preparava para sair.
No último instante alguém entrou e observou todos os assentos a procura do seu. E para minha surpresa era ao meu lado.
Daniel, meu ex-melhor amigo, estava agora ali, com o sorriso estampado no rosto. Tive uma sensação vaga, sem graça e para o seu próprio desapontamento ele notara. Ficamos em um longo silêncio durante a viagem, quando ele finalmente sussurrou:
- Sei que errei... Mas sei que você pode me perdoar.
Eu sabia que poderia perdoar, mas ainda sentia ter perdido ele e pior ainda a nossa amizade. Continuei em silêncio.
- Entendo. – e virou-se para o corredor colocando os fones no ouvido.
Uma sensação estranha percorria o meu corpo, queria odiar ele com todas as minhas forças, no entanto, não conseguia. Do que adiantava culpar ele por ter me abandonado quando mais precisava? Por não ter me consolado quando me senti isolada do mundo? Por fingir não me conhecer e me ignorar depois disso sem justificativa alguma? Aquilo era tudo sobre mim, a egoísta, que esperava mais do amigo e não retribuía o mesmo afeto. No final das contas eu era a culpada, porém não queria admitir.
Fechei os olhos por um momento e adormeci. O clarão. A batida. A tontura. O acidente. O corpo de Daniel estava estendido ao meu lado, seus olhos ainda estavam abertos e o sangue escorria de sua boca que murmurava palavras compatíveis ao que estava sentindo: “Eu te amo”.
Sobressalto. Sabia o que significava. Olhei para ele e percebi que continuava co
m os fones olhando o corredor. Chegamos ao destino final.As pessoas aos poucos se amontoaram no corredor. Esperei diminuir os passageiros no ônibus. Enquanto, pegava a mochila no compartimento em cima dos bancos, ele já havia saído. O celular tocou.
“Não quero me afastar de você e nunca quis. Se fiz isso é porque gosto de você. Mais do que possa imaginar... Muito mais. Sei que não te ajudei, mas dói ver você sofrer. Dói mais por saber que te decepcionei. Eu não sabia o que fazer, não sabia o que dizer. Queria ter sido forte e corajoso o suficiente. Eu te amo.”
Uma lágrima escorreu em meu rosto.
Saí do ônibus e o vi de longe atravessar a rua. Uma batida. O meu grito. Seu corpo caído...
Ele chuta com o máximo de força. O apito soa. Eram campeões. Todos agora o saudavam. Daniel me vê e corre em minha direção. Beijamos-nos. O que é puro não pode acabar de forma ruim.
por: tayuri matsumi
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